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20/04/2010

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Avatar Theme for XP

É impossível assistir ao Avatar de James Cameron sem ter vontade de algum dia poder morar em Pandora. É tudo tão perfeito, brilhante e impressionante que faz qualquer um querer um corpo como aquele que Jake Sully conseguiu graças às pesquisas de seu irmão.


Só que infelizmente Pandora existe apenas nas telas e, apesar de estar em 3D, não é um mundo ao qual humanos de verdade podem ter acesso. O que resta é fazer de tudo para chegar o mais perto disso possível.

Uma das maneiras de ficar mais pertinho dos Na’vi e de toda a exuberância da natureza de Pandora é instalar um supertema inspirado no filme destruidor de recordes dos últimos dez anos, capaz de derrotar o Titanic, também de James Cameron.

Comece a instalar

Comece baixando o pacote RAR e descompactando-o para algum local de fácil acesso do seu computador. Depois disso, você precisa de dois complementos imprescindíveis para levá-lo ao mundo de Avatar – um patcher para temas e o RocketDock.

Faça o patch!

O patcher é, sem dúvida, o combustível da sua nave até Pandora. Sem ele, o tema não terá efeito nenhum no seu Windows XP. Portanto, nada mais justo do que fazer a indicação de um bom patcher como o Universal Theme Patcher – que serve tanto para Windows XP quanto para o Vista.

Assim que o arquivo “uxtheme.dll” já tiver sido alterado pelo Universal Theme Patcher, você já pode acessar a pasta “Visual Style” e, dentro dela, clicar duas vezes na pasta “Avatar” para finalmente executar o arquivo “Avatar.msstyles”. Você verá uma janela de configurações de temas que deve exibir – em miniatura – o que será o seu desktop ao estilo James Cameron. Clique em “Aplicar” para confirmar a sua alteração.



Personalize seus ícones com a RocketDock

Feito isso, é hora de transformar os seus ícones convencionais em algo digno de Pandora. Isso também vale para aquilo que os usuários de Mac chamam de Dock. Esse complemento tem como objetivo simplificar atalhos e colocá-los no topo do seu desktop. Para tanto, o RocketDock é o programa ideal.



Logo que o RocketDock já estiver instalado no seu computador, é hora de adicionar os complementos que o pacote RAR que você baixou oferece. Copie o conteúdo da pasta “RocketDock” e cole na pasta “Skins”, localizada em “Arquivos de Programas”, “RocketDock”. Em seguida, é hora de copiar os ícones da pasta Icons e colá-los na pasta homônima no diretório raiz do RocketDock.



Feito isso, você já pode personalizar os ícones da sua Dock com aquelas imagens inspiradas no filme Avatar de James Cameron. Basta clicar com o botão direito sobre o ícone desejado e acessar a última opção para que o menu apareça e você possa clicar, enfim, em “Personalizar ícone”. Depois, a janela de configurações deve aparecer e tudo o que você precisa fazer é escolher o ícone e confirmar a sua escolha.



Papéis de parede especiais

Quando você terminar de editar essas características, é hora de inserir um belo papel de parede do filme. Para isso, vá até o site oficial de Avatar – faça isso clicando aqui. Depois, observe a barra de janelas na parte inferior da janela até a opção “Downloads” aparecer. Clique sobre esta janela e escolha qual o melhor plano de fundo para o seu desktop.





Selecione o tamanho da imagem de acordo com as medidas configuradas no seu monitor. Uma nova aba deve se abrir no navegador. Em seguida, clique com o botão direito sobre a imagem e selecione a opção “Definir como plano de fundo”. Agora seu desktop está pronto para causar inveja até no mais veterano explorador de planetas e novas culturas!


Selecione o melhor fundo para o seu desktop!

Clique aqui para fazer o download do tema

Para visualizar melhor as imagens clique com o botão direito em cima da imagem e clique em "Exibir imagem"
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Bios

A BIOS é o sistema mais básico de um computador. Através desse aplicativo a placa-mãe controla todos os componentes da máquina, o que permite ao sistema operacional lidar com eles. Ela é programada através de um firmware e pode salvar informações e configurações feitas pelo usuário.

Ao acessar a BIOS de um computador você confere esses dados para os principais itens acoplados à placa-mãe e personaliza diversas opções para eles - o que requer conhecimentos aprofundados no assunto. Também é possível atualizar a BIOS, o que ensinaremos neste artigo. No entanto, é preciso rever alguns pontos antes de decidir realizar o processo.

Por que atualizar?

Se o seu computador atende a todas as suas necessidades e não apresenta nenhum tipo de falha ou erro que provavelmente ocorra na BIOS, não é recomendado atualizá-la. Indicamos isso porque a ação em alguns casos pode ser perigosa e errar na atualização pode causar erros graves na BIOS, o que trará ainda mais dor de cabeça.



Por outro lado, se você tem problemas com compatibilidade de hardware, desempenho ou qualquer situação em que uma atualização de BIOS possa resolver o caso - vale a pena procurar na internet por soluções alternativas -, este processo pode ser a melhor saída.

Precauções

É preciso observar alguns detalhes de extrema importância na hora de atualizar a BIOS. Primeiramente, certifique-se de que você utilizará o modelo exato da BIOS para a placa-mãe da sua máquina.

Também é importante fazer uso de um no break ou minimamente um filtro de linha para evitar oscilações de energia. Isso é importante pelo fato de que uma queda de luz durante o processo pode corromper a BIOS, erro que dará muita dor de cabeça para consertar.

Conheça o modelo da BIOS

Se você decidiu atualizar a BIOS, nada melhor do que conhecer exatamente o modelo dela para prosseguir. Ao adquirir computadores prontos de marcas conhecidas há uma boa chance de você encontrar os links para as últimas versões da BIOS nos seus respectivos sites. Em geral você coloca o modelo exato da sua máquina e a lista de arquivos aparece pronta para ser baixada.

Alguns modelos de placa-mãe contam inclusive com um aplicativo que busca e atualiza automaticamente a BIOS. Esse programa em geral vem com o CD de instalação dos drivers da motherboard. Se você tem essa possibilidade, não tenha dúvida de que ela é a forma mais simples e segura de atualizar a BIOS.


Aplicativo para atualizar a BIOS automaticamente

Nada nos sites famosos?

Se nos sites dos fabricantes você não encontrou o que precisava, é necessário realizar mais dois processos: encontrar a versão da BIOS e o fabricante da placa-mãe.

Para o primeiro, a melhor opção é utilizar o comando msinfo32 (que em muitos casos exibe inclusive o fabricante da placa-mãe). Nos Windows 7 e Vista digite a palavra na lacuna de busca do Menu Iniciar. No Windows XP é preciso escolher a função "Executar", também localizada no Menu Iniciar.

Na janela de informações basta observar o modelo da placa-mãe e a versão da BIOS instalada (como indicado na figura abaixo). Se a motherboard não aparecer na lista e você não tiver uma caixa ou CD contendo o modelo, utilize algum aplicativo de diagnóstico de hardware. A melhor indicação é o Everest. Ao instalar e executar o programa, acesse o sumário inicial ou a opção “Motherboard” para encontrar essa informação.



Baixe e atualize

De acordo com as informações que você já tem, agora é possível buscar a atualização correta para a BIOS. Ao encontrar a lista de arquivos no site específico, em geral há uma descrição com as melhorias que aquela versão trará à máquina. Se os itens descritos são o que você precisa, baixe o arquivo e atualize a BIOS.

Nessa etapa torna-se um pouco complicado explicar o processo de atualização, visto que dependendo do modelo e ano da sua placa-mãe ele pode ser totalmente diferente. Nos mais atuais, em geral a atualização da BIOS é feita de maneira automatizada, com a própria interface do Windows.

Em placas mais antigas pode ser necessário copiar o arquivo para um disquete ou CD e fazer o boot da máquina com a mídia, o que requer mais conhecimentos no assunto. Se você se sente inseguro com essa última alternativa, a melhor opção ainda é pedir ajuda para um conhecedor do assunto ou técnico da área.

Finalize o processo

Depois que a BIOS for totalmente atualizada, uma boa dica é desligar a máquina e a chave da fonte na parte traseira do gabinete. Aguarde alguns segundos para religar o equipamento e confira as mudanças da mesma forma que você fez para conhecer a versão da BIOS, através do comando msinfo32.



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Entendendo a placa-mãe

O componente mais importante de qualquer PC não é o processador e nem mesmo o HD, mas sim a placa-mãe, que é a responsável pelos barramentos e toda a comunicação entre os componentes. Se um PC fosse um organismo vivo, o processador, memória e HD formariam as diferentes áreas do cérebro, enquanto a placa-mãe seria todo o resto do corpo, incluindo os órgãos vitais.

Devido à enorme quantidade de chips, trilhas, capacitores e encaixes, a placa-mãe também é o componente que, de uma forma geral, mais dá defeitos. É comum que um slot PCI pare de funcionar (embora os outros continuem normais), que instalar um módulo de memória no segundo soquete faça o micro passar a travar, embora o mesmo módulo funcione perfeitamente no primeiro e assim por diante.

A maior parte dos problemas de instabilidade e travamentos são causados por problemas diversos na placa-mãe, por isso ela é o componente que deve ser escolhido com mais cuidado. Em geral, vale mais a pena investir numa boa placa-mãe e economizar nos demais componentes, do que o contrário.

A qualidade da placa-mãe é de longe mais importante que o desempenho do processador. Você talvez nem perceba uma diferença de 20% no clock do processador em atividades do dia a dia, mas com certeza vai perceber se o seu micro começar a travar ou se a placa de vídeo onboard não tiver um bom suporte no Linux, por exemplo. Ao montar um PC de baixo custo, economize primeiro no processador, depois na placa de vídeo, som e outros periféricos. Deixe a placa-mãe por último no corte de despesas.

Antigamente existia a polêmica entre as placas com ou sem componentes onboard. Hoje em dia isso não existe mais, pois todas as placas vêm com som e rede onboard. Apenas alguns modelos não trazem vídeo onboard, atendendo ao público que vai usar uma placa 3D dedicada e prefere uma placa-mãe mais barata ou com mais slots PCI do que com o chipset de vídeo onboard que, de qualquer forma, não vai usar.

Essa mesma tendência tem se demonstrado também nos chipsets. Dentro da linha da Intel, por exemplo, os chipsets das linhas "X" (como o X48 e o X58) e "P" (como o P45 Express e o P55 Express) que são os modelos destinados a estações de trabalho e PCs de alto desempenho não possuem vídeo onboard, que é incluído apenas nos chipsets da linha "G" (como o G35 e o G45) que são destinados a PCs de baixo custo.

A principal característica em qualquer placa-mãe é o soquete usado, que determina com quais processadores ela é compatível. Você não pode instalar um Athlon 64 soquete 754 em placa placa AM2+ ou AM3 atual, nem muito menos encaixar um Phenom II em uma placa LGA-775 para processadores Intel.

Entretanto, o soquete é apenas a ponta do iceberg, consequência de outras diferenças estruturais, tais como o chipset e outros componentes usados. Uma nova geração de processadores exige quase sempre uma nova geração de placas, com novos chipsets, novos layouts de trilhas e novos soquetes.

Em seguida temos o conjunto de conectores oferecidos pela placa, que determinam as possibilidades de expansão e fornecem uma ideia geral sobre o segmento à que a placa se destina. Placas mais caras oferecem quase sempre um conjunto mais completo de interfaces, com dois ou três slots PCI Express x16 (para o uso do CrossFire ou SLI), com mais portas SATA e USB, enquanto placas de baixo custo oferecem um único slot x16 e um número menor de interfaces.

Placas antigas não possuem slots PCI Express nem portas SATA, oferecendo no lugar um slot AGP para a conexão da placa de vídeo e duas ou quatro portas IDE para a instalação dos HDs e drives ópticos. Temos ainda soquetes para a instalação dos módulos de memória, o soquete do processador, o conector para a fonte de alimentação e o painel traseiro, que agrupa os encaixes dos periféricos onboard, incluindo o conector VGA ou DVI do vídeo, conectores de som, conector da rede e as portas USB:



O número de slots de memória, multiplicado pela capacidade máxima por módulo suportada pelo chipset determina o máximo de memória suportada pela placa. Uma placa com apenas dois slots, cujo chipset suporta módulos de até 4 GB, por exemplo, suporta um máximo de 8 GB. Placas antigas (sobretudo as com chipsets Intel) tendem a suportar pouca memória, o que limita bastante as possibilidades de uso. Um bom exemplo eram as placas para Pentium III baseadas no chipset i815, que suportavam apenas 512 MB.

Assim como os demais componentes, os barramentos evoluíram de forma expressiva durante as últimas décadas, passando do ISA e das portas seriais, aos slots PCI Express e portas USB 2.0, que utilizamos atualmente. Não poderia ser diferente, pois o uso de um barramento lento cria um gargalo, que limita o desempenho dos componentes ligados a ele. Vamos então a um pequeno resumo sobre os barramentos usados atualmente:

PCI: O PCI é o arroz com feijão em termos de placas de expansão. Ele surgiu em 1992 como um substituto para os antigos ISA e VLB e continua sendo usado desde então. O PCI funciona bem em conjunto com periféricos lentos, como placas de som, modems, placas de rede de 100 megabits e placas de TV, mas ele há muito deixou de ser um barramento utilizável para placas 3D e outros periféricos rápidos.

AGP: O AGP foi a primeira solução para as baixas taxas de transferência do PCI. Ele era um barramento dedicado para a placa de vídeo, que oferecia taxas de transferência de até 2133 MB/s (no AGP 8x), o que era mais do que suficiente para as placas da época. Entretanto, ele possuía as limitações de permitir o uso de uma única placa de vídeo (para usar duas placas você precisava de uma placa PCI) e de não permitir a conexão de outros tipos de periféricos.

PCI Express: O PCI Express é o sucessor do PCI e ao mesmo tempo o substituto do AGP. A grande diferença entre o PCI Express e os dois antecessores é o fato de que ele é um barramento serial, onde os bits são transferidos um de cada vez, porém em grande velocidade.

Por estranho que possa parecer, isso permite que ele seja capaz de atingir taxas de transferência muito mais alta que o PCI ou o AGP (que são barramentos paralelos) compensando a menor largura com uma frequência muito mais alta.

Cada linha PCI Express oferece um barramento de 250 MB/s bidirecional (ou seja, 250 MB/s em cada sentido) e os slots PCI Express vão do x1 ao x16, de acordo com o número de linhas utilizadas. Com isso, os slots x1 (os menores, utilizados por periféricos gerais) oferecem um barramento de 250 MB/s, os slot x4 oferecem 1 GB/s e os slots x16 (usados pelas placas de vídeo) oferecem 4 GB/s.

Apesar da diferença na velocidade, os slots PCI Express são eletricamente compatíveis, o que permite que você espete uma placa x1 ou x4 em um slot x16 (ela vai usar apenas os primeiros contatos do slot, deixando as outras linhas de dados sem uso). Existem também casos de placas com slots x4 abertos, que permitem a instalação de uma placa de vídeo x16 (para o uso de duas placas em SLI ou CrossFire). Nesse caso o desempenho será menor (já que a placa passará a dispor de apenas 4 linhas de dados), mas também funciona perfeitamente:



Mais recentemente estamos assistindo à popularização do PCI Express 2.0, que mantém os mesmos slots e preserva a compatibilidade com as placas antigas, porém dobra a taxa de transferência, oferecendo 500 MB/s por linha. Com isso, um slot PCI Express 2.0 oferece 8 GB/s de banda em cada direção.

USB: As portas USB surgiram como substitutas das antigas portas seriais e paralelas e rapidamente se tornaram o padrão para a conexão de todo o tipo de periférico externo. O padrão USB original oferecia uma barramento de apenas 12 megabits, mas ele foi logo substituído pelo USB 2.0, que elevou a taxa para 480 megabits. Atualmente estamos assistindo à migração para o USB 3.0, que eleva a taxa para 4.8 gigabits, atendendo a HDs e outros periféricos rápidos.

Acompanhando o crescimento na popularidade, as placas passaram a oferecer um número cada vez maior de portas. As primeiras ofereciam apenas duas ou quatro portas, enquanto placas atuais oferecem 12 portas ou mais. Além das portas disponíveis no painel traseiro, estão quase sempre disponíveis mais 4 portas através dos conectores no corpo da placa, que permitem a conexão das portas na frente do gabinete, ou de periféricos internos, como leitores de cartões.

SATA: O SATA é o padrão atual para a conexão de HDs, oferecendo uma taxa de transferência de 300 MB/s (3.000 megabits) no SATA 300. Embora os HDs mecânicos ainda trabalhem com taxas de transferência muito mais baixas (na faixa dos 100 a 150 MB/s) os 300 MB/s já são um limitante para muitos SSDs, que são capazes de oferecer taxas de leitura mais altas. Isso tem apressado a adoção do SATA 600, que dobra a taxa de transferência, mantendo a compatibilidade com o padrão antigo.

Assim como no caso do PCI Express, o SATA é um barramento serial, o que explica o fato de o conector ser tão pequeno. O conector IDE utiliza um total de 80 pinos (40 para dados, 39 para aterramento e mais um pino adicional de verificação) mas a velocidade de transmissão é muito mais baixa (apenas 133 MB/s), já que a interferência entre os pinos e a dificuldade em manter a sincronização dos sinais faz com que o controlador precise operar a frequências muito mais baixas.

IDE: Apesar do avanço do SATA, quase todas as placas-mãe continuam oferecendo uma interface IDE solitária, que pode ser usada pelo drive óptico e um eventual HD IDE herdado de um PC antigo. Conforme os drives ópticos em versão SATA se tornem mais populares, a tendência é que a porta IDE se torne cada vez mais rara.

eSATA: O eSATA é uma versão externa do SATA, destinada à conexão de HDs externos. A porta permite a conexão de qualquer HD, mas ela não transmite energia, o que torna necessário usar uma fonte externa.
Devido à falta de espaço no painel traseiro, muitos fabricantes estão adotando o uso de conectores híbridos, que inclui os pinos da porta eSATA na face superior e os 4 pinos da porta USB na face inferior, permitindo a conexão de ambos os tipos de periféricos:



Devido à enorme quantidade de chips, trilhas, capacitores e encaixes, a placa-mãe também é o componente que, de uma forma geral, mais dá defeitos. É comum que um slot PCI pare de funcionar (embora os outros continuem normais), que instalar um módulo de memória no segundo soquete faça o micro passar a travar, embora o mesmo módulo funcione perfeitamente no primeiro e assim por diante.

A maior parte dos problemas de instabilidade e travamentos são causados por problemas diversos na placa-mãe, por isso ela é o componente que deve ser escolhido com mais cuidado. Em geral, vale mais a pena investir numa boa placa-mãe e economizar nos demais componentes, do que o contrário.

A qualidade da placa-mãe é de longe mais importante que o desempenho do processador. Você talvez nem perceba uma diferença de 20% no clock do processador em atividades do dia a dia, mas com certeza vai perceber se o seu micro começar a travar ou se a placa de vídeo onboard não tiver um bom suporte no Linux, por exemplo. Ao montar um PC de baixo custo, economize primeiro no processador, depois na placa de vídeo, som e outros periféricos. Deixe a placa-mãe por último no corte de despesas.

Antigamente existia a polêmica entre as placas com ou sem componentes onboard. Hoje em dia isso não existe mais, pois todas as placas vêm com som e rede onboard. Apenas alguns modelos não trazem vídeo onboard, atendendo ao público que vai usar uma placa 3D dedicada e prefere uma placa-mãe mais barata ou com mais slots PCI do que com o chipset de vídeo onboard que, de qualquer forma, não vai usar.

Essa mesma tendência tem se demonstrado também nos chipsets. Dentro da linha da Intel, por exemplo, os chipsets das linhas "X" (como o X48 e o X58) e "P" (como o P45 Express e o P55 Express) que são os modelos destinados a estações de trabalho e PCs de alto desempenho não possuem vídeo onboard, que é incluído apenas nos chipsets da linha "G" (como o G35 e o G45) que são destinados a PCs de baixo custo.

A principal característica em qualquer placa-mãe é o soquete usado, que determina com quais processadores ela é compatível. Você não pode instalar um Athlon 64 soquete 754 em placa placa AM2+ ou AM3 atual, nem muito menos encaixar um Phenom II em uma placa LGA-775 para processadores Intel.

Entretanto, o soquete é apenas a ponta do iceberg, consequência de outras diferenças estruturais, tais como o chipset e outros componentes usados. Uma nova geração de processadores exige quase sempre uma nova geração de placas, com novos chipsets, novos layouts de trilhas e novos soquetes.

Em seguida temos o conjunto de conectores oferecidos pela placa, que determinam as possibilidades de expansão e fornecem uma ideia geral sobre o segmento à que a placa se destina. Placas mais caras oferecem quase sempre um conjunto mais completo de interfaces, com dois ou três slots PCI Express x16 (para o uso do CrossFire ou SLI), com mais portas SATA e USB, enquanto placas de baixo custo oferecem um único slot x16 e um número menor de interfaces.

Placas antigas não possuem slots PCI Express nem portas SATA, oferecendo no lugar um slot AGP para a conexão da placa de vídeo e duas ou quatro portas IDE para a instalação dos HDs e drives ópticos. Temos ainda soquetes para a instalação dos módulos de memória, o soquete do processador, o conector para a fonte de alimentação e o painel traseiro, que agrupa os encaixes dos periféricos onboard, incluindo o conector VGA ou DVI do vídeo, conectores de som, conector da rede e as portas USB:



O número de slots de memória, multiplicado pela capacidade máxima por módulo suportada pelo chipset determina o máximo de memória suportada pela placa. Uma placa com apenas dois slots, cujo chipset suporta módulos de até 4 GB, por exemplo, suporta um máximo de 8 GB. Placas antigas (sobretudo as com chipsets Intel) tendem a suportar pouca memória, o que limita bastante as possibilidades de uso. Um bom exemplo eram as placas para Pentium III baseadas no chipset i815, que suportavam apenas 512 MB.

Assim como os demais componentes, os barramentos evoluíram de forma expressiva durante as últimas décadas, passando do ISA e das portas seriais, aos slots PCI Express e portas USB 2.0, que utilizamos atualmente. Não poderia ser diferente, pois o uso de um barramento lento cria um gargalo, que limita o desempenho dos componentes ligados a ele. Vamos então a um pequeno resumo sobre os barramentos usados atualmente:

PCI: O PCI é o arroz com feijão em termos de placas de expansão. Ele surgiu em 1992 como um substituto para os antigos ISA e VLB e continua sendo usado desde então. O PCI funciona bem em conjunto com periféricos lentos, como placas de som, modems, placas de rede de 100 megabits e placas de TV, mas ele há muito deixou de ser um barramento utilizável para placas 3D e outros periféricos rápidos.

AGP: O AGP foi a primeira solução para as baixas taxas de transferência do PCI. Ele era um barramento dedicado para a placa de vídeo, que oferecia taxas de transferência de até 2133 MB/s (no AGP 8x), o que era mais do que suficiente para as placas da época. Entretanto, ele possuía as limitações de permitir o uso de uma única placa de vídeo (para usar duas placas você precisava de uma placa PCI) e de não permitir a conexão de outros tipos de periféricos.

PCI Express: O PCI Express é o sucessor do PCI e ao mesmo tempo o substituto do AGP. A grande diferença entre o PCI Express e os dois antecessores é o fato de que ele é um barramento serial, onde os bits são transferidos um de cada vez, porém em grande velocidade.

Por estranho que possa parecer, isso permite que ele seja capaz de atingir taxas de transferência muito mais alta que o PCI ou o AGP (que são barramentos paralelos) compensando a menor largura com uma frequência muito mais alta.

Cada linha PCI Express oferece um barramento de 250 MB/s bidirecional (ou seja, 250 MB/s em cada sentido) e os slots PCI Express vão do x1 ao x16, de acordo com o número de linhas utilizadas. Com isso, os slots x1 (os menores, utilizados por periféricos gerais) oferecem um barramento de 250 MB/s, os slot x4 oferecem 1 GB/s e os slots x16 (usados pelas placas de vídeo) oferecem 4 GB/s.

Apesar da diferença na velocidade, os slots PCI Express são eletricamente compatíveis, o que permite que você espete uma placa x1 ou x4 em um slot x16 (ela vai usar apenas os primeiros contatos do slot, deixando as outras linhas de dados sem uso). Existem também casos de placas com slots x4 abertos, que permitem a instalação de uma placa de vídeo x16 (para o uso de duas placas em SLI ou CrossFire). Nesse caso o desempenho será menor (já que a placa passará a dispor de apenas 4 linhas de dados), mas também funciona perfeitamente:



Mais recentemente estamos assistindo à popularização do PCI Express 2.0, que mantém os mesmos slots e preserva a compatibilidade com as placas antigas, porém dobra a taxa de transferência, oferecendo 500 MB/s por linha. Com isso, um slot PCI Express 2.0 oferece 8 GB/s de banda em cada direção.

USB: As portas USB surgiram como substitutas das antigas portas seriais e paralelas e rapidamente se tornaram o padrão para a conexão de todo o tipo de periférico externo. O padrão USB original oferecia uma barramento de apenas 12 megabits, mas ele foi logo substituído pelo USB 2.0, que elevou a taxa para 480 megabits. Atualmente estamos assistindo à migração para o USB 3.0, que eleva a taxa para 4.8 gigabits, atendendo a HDs e outros periféricos rápidos.

Acompanhando o crescimento na popularidade, as placas passaram a oferecer um número cada vez maior de portas. As primeiras ofereciam apenas duas ou quatro portas, enquanto placas atuais oferecem 12 portas ou mais. Além das portas disponíveis no painel traseiro, estão quase sempre disponíveis mais 4 portas através dos conectores no corpo da placa, que permitem a conexão das portas na frente do gabinete, ou de periféricos internos, como leitores de cartões.

SATA: O SATA é o padrão atual para a conexão de HDs, oferecendo uma taxa de transferência de 300 MB/s (3.000 megabits) no SATA 300. Embora os HDs mecânicos ainda trabalhem com taxas de transferência muito mais baixas (na faixa dos 100 a 150 MB/s) os 300 MB/s já são um limitante para muitos SSDs, que são capazes de oferecer taxas de leitura mais altas. Isso tem apressado a adoção do SATA 600, que dobra a taxa de transferência, mantendo a compatibilidade com o padrão antigo.

Assim como no caso do PCI Express, o SATA é um barramento serial, o que explica o fato de o conector ser tão pequeno. O conector IDE utiliza um total de 80 pinos (40 para dados, 39 para aterramento e mais um pino adicional de verificação) mas a velocidade de transmissão é muito mais baixa (apenas 133 MB/s), já que a interferência entre os pinos e a dificuldade em manter a sincronização dos sinais faz com que o controlador precise operar a frequências muito mais baixas.

IDE: Apesar do avanço do SATA, quase todas as placas-mãe continuam oferecendo uma interface IDE solitária, que pode ser usada pelo drive óptico e um eventual HD IDE herdado de um PC antigo. Conforme os drives ópticos em versão SATA se tornem mais populares, a tendência é que a porta IDE se torne cada vez mais rara.

eSATA: O eSATA é uma versão externa do SATA, destinada à conexão de HDs externos. A porta permite a conexão de qualquer HD, mas ela não transmite energia, o que torna necessário usar uma fonte externa.
Devido à falta de espaço no painel traseiro, muitos fabricantes estão adotando o uso de conectores híbridos, que inclui os pinos da porta eSATA na face superior e os 4 pinos da porta USB na face inferior, permitindo a conexão de ambos os tipos de periféricos:

Como fazer Downloads Premiums de TODOS os Servidores

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj2Kk1F5MEa5C_9DC60Ge6ugpmD5FP8So2mJuwwrL1yUwQbkNOee6vnrsgLqbxbMID2EioleFlwnK7xO68kYGXnxx42MJabEDQQGuqG2JIEtkRixy1JbE6xBAl-iOAk-xvPvE2bpo51MM4/s320/bhlvrl.jpg

Tutorial ensinando uma maneira de fazer downloads como usuário premium! Funciona, provavelmente, em todos os servidores, como o Megaupload, freakshare, x7, uploading, etc! Os programas usados já estão inclusos no arquivo!

Tamanho: 9 MB



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Como resolver problema no som - Ubuntu 9.10

Problema no som - Ubuntu 9.10
Eu já tive esse problema e vou ensinar como resolver

Saída falsa:

1º - Tente reiniciar o computador pra ver se deu certo

Se deu certo tá ok

2º - Se não deu certo, desinstale o Alsamixer, digite no terminal: sudo synaptic
e procure por Alsamixer e desinstale.

3º - Veja se deu certo em: Sistema > Preferencias > Som > Saída
Veja se aparece o nome da sua placa de som. Se aparecer, tudo bem (eu resolvi assim, desinstalando o alsamixer)

4º - Agora, perceba que o som está muito baixo, pra aumentar, vá na central de programas (Aplicativos > Central de programas do Ubuntu)
E baixe o Alsamixergui e depois o Gnome Alsamixer e instale. Aumente as barras que estão baixas, depois que aumentar, vá em File > Exit

Se continuar aparecendo saída falsa, reinicie o computador e repita o 4º passo

Depois vá no som (Sistema > Preferencias > Som > Saída) e aumente até o 100% (se aumentar mais, o som fica chiando e alto demais)

Pronto, agora seja feliz com o seu Ubuntu =D

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Como colocar legendas em vídeos



Legendar vídeos e filmes é uma situação útil em diversos aspectos. Além de ser aplicado em traduções diversas, pode ajudar na legenda de filmes no mesmo idioma da fala, seja para quem prefere ler na tela, ou para deficientes auditivos.

Há várias ferramentas para legendar vídeos. Muitas são pagas, mas há soluções gratuitas de qualidade. Vou mostrar um passo a passo de como legendar vídeos usando o DivXLand Media Subtitler e o VirtualDub. O primeiro permite criar a legenda, e o segundo, integrá-la ao vídeo.

Usuários que assistem freqüentemente vídeos baixados da Internet devem conhecer a legenda isolada, um arquivo (geralmente de extensão “.srt”) que deve ficar na mesma pasta do vídeo. O nome do arquivo é o mesmo do vídeo, mudando apenas a extensão. Ao abrir o vídeo num player compatível (como o Media Player Classic ou o SMPlayer), a legenda é disponibilizada automaticamente.

A criação da legenda externa tem diversas vantagens. Ela pode ser editada facilmente, além de ser substituída – ou mesmo excluída. Um mesmo filme pode ter diversas legendas sem complicação, afinal os textos não são gravados no vídeo como bitmaps – são carregados e exibidos na tela. A sincronização com o tempo do vídeo é possível, pois informações dos tempos das entradas e duração das telas da legenda são salvos no arquivo.

No entanto, a legenda isolada tem algumas desvantagens também. Ao rodar o vídeo num player de vídeo mais antigo, ou gravar numa mídia sem ser em formato convertido para DVD, ou ainda carregar para sites como o YouTube, a legenda não tem como ser colocada. Para essas situações vale a pena inserir a legenda direto no vídeo, fazendo com que ela faça parte dos quadros que compõem o vídeo. Dessa forma será impossível remover a legenda sem editar o vídeo (e ainda editando, teria que restaurar a parte sobreposta pela legenda, o que abriria margens para imperfeições diversas).

Criando as legendas com o DivXLand Media Subtitler

Pode parecer difícil, você deve estar pensando. Mas não é. Com programas simples e ao mesmo tempo sofisticados, é muito fácil e prático criar os arquivos de legenda. Experimentei alguns, o que achei mais prático foi o DivXLand Media Subtitler (para Windows). É gratuito, e pode ser baixado em:

http://www.divxland.org/subtitler.php

A interface dele é bem amigável. À direita fica o vídeo (usando o Windows Media Player), e à esquerda os itens da legenda. Criar legendas nele consiste em basicamente definir as falas, sincronizar com o vídeo e salvar o arquivo de legenda.

Separe numa lista todas as “falas”. O que deve aparecer em cada tela deixe em uma linha separada. A melhor forma de conseguir resultados práticos é assistir ao vídeo pausando a cada fala (usando qualquer player para isso), e ir digitando num arquivo de texto puro (txt) as mensagens. Não se preocupe com a sincronização: saia digitando. Essa parte é cansativa por ser muito mecânica e repetitiva: pausar o vídeo, escrever o texto desejado para a legenda (seja traduzido ou não, você que sabe o que irá fazer), continuar o vídeo... Não se esqueça de deixar cada “tela” numa linha. Salvo o texto, abra o Media Subtitler e carregue-o (pelo menu “Arquivo > Abrir texto ou legenda”). Cada linha será inserida no seu lugar, como uma entrada de legenda:



Nota: ele pode remover URLs e possíveis créditos, que talvez você tenha inserido propositalmente na legenda. Se ele fizer isso, exibirá um aviso ao carregar a legenda ou o arquivo TXT. Para evitar isso, mantendo as URLs, vá ao menu “Configurações > Configurações gerais”, e na primeira seção (“Administração de Temporização”) desmarque o item “Remover linhas com créditos/links”. Feito isso, recarregue o arquivo desejado.

Abra o vídeo agora, pelo menu “Arquivo > Abrir vídeo”. A forma mais fácil de aplicar as legendas é colocar o vídeo para rodar (clicando no “play”) e ir pressionando o botão “Aplicar” no momento certo, deixando marcado o item “Pressionar e segurar” (já vem marcado por padrão). Ao começar uma fala, você pressiona o botão e fica segurando, soltando assim que a fala marcada terminar. Fique atento ao início da próxima fala. Uma dica que facilita bastante: depois de clicado uma vez, o botão ficará com o foco. Basta teclar a barra de espaço para aplicar a próxima tela. A cada aplicação, ele avança automaticamente para o próximo item na lista de frases/telas da legenda :)

Uma coisa fundamental é já ter visto o vídeo recentemente, para saber quando entrarão as novas falas. Colocar a legenda meio segundo antes ou depois de iniciada a fala é desagradável para quem estiver assistindo o produto final.

O tempo poderá ser corrigido depois, manualmente (selecionando o item “Modo manual”), onde você poderá corrigir leves imperfeições. Se necessário, selecione na lista à esquerda o item que falhou, coloque no modo “Pressionar e segurar”, coloque o vídeo para tocar e clique no “Aplicar” na hora certa. Com todos os textos já carregados, esse processo fica mais fácil, você não precisará parar para inserir textos. Se as falhas forem muitas, seria melhor recomeçar do zero :)

Se precisar, pode ainda inserir manualmente novas entradas de legenda (teclando CTRL+A ele insere uma nova entrada, abaixo da selecionada; ou pelo menu “Editar > Adicionar legenda”).

Para visualizar como está ficando, selecione o modo “Somente Pré-Visualização” e clique no botão “play” do vídeo. Você pode pausar, voltar e corrigir quantas vezes for necessário. Normalmente não se preocupe se a legenda passar da largura do vídeo. A fonte que ele usa é um pouco grande por padrão, mas usando um editor poderemos alterá-la (ou ainda nas opções do Media Subtitler). Os players normalmente ajustam automaticamente a legenda, quebrando as linhas conforme necessário, na hora da execução da mídia final. Alguns ignoram o tamanho definido no arquivo da legenda e usam um formato próprio para a fonte.

Para editar legendas prontas ou mesmo a sua, não é necessário editar ou criar outro arquivo de texto. Você pode abri-las no Media Subtitler e editar as entradas desejadas no campo de texto, que fica na parte inferior esquerda.

Para salvar a legenda, é recomendável escolher o formato SubRip (SRT), mais comum e conhecido, ou o SubStation Alpha (SSA). Para o trabalho com o VirtualDub, objetivo deste tutorial, deverá ser no formato SSA. Escolha “Salvar como” no Media Subtitler, selecione o SSA e confirme:



A exibição do vídeo no Media Subtitler usa os codecs instalados no Windows. Caso algum vídeo não possa ser aberto, certifique-se de ter o codec adequado instalado. Ele usa o motor do Windows Media Player para execução dos vídeos; normalmente tudo o que puder ser aberto no Windows Media Player, será aberto nele sem problemas.

Usando o VirtualDub com o plugin Subtitle para inserir a legenda

Com a legenda salva e devidamente sincronizada, você já pode assistir seu vídeo. Basta usar um player compatível. Deixe a legenda com o mesmo nome do arquivo do vídeo, na mesma pasta dele. Um player que uso e recomendo é o SMPlayer, uma interface para o Mplayer (tanto para Windows como para Linux). Ele pode ser baixado em http://smplayer.sourceforge.net/.

Para inserir a legenda usaremos o VirtualDub, editor de vídeos gratuito e aberto, e o plugin Subtitle (tratado como “filtro” pelo VirtualDub). Baixe-os respecitvamente em:

VirtualDub – Processador de vídeos:

http://www.virtualdub.org

Subtitle – plugin para VirtualDub, para inserção das legendas:

http://www.virtualdub.org/virtualdub_filters.html

O Subtitle é composto basicamente de um arquivo, “Subtitler.vdf”, que deve ser copiado para a pasta “plugins” do VirtualDub. Este, por sua vez, não precisa instalar: basta extrair o conteúdo do zip para uma pasta qualquer e rodar o “VirtualDub.exe”.

O VirtualDub não abre qualquer arquivo. Geralmente abre apenas AVI ou MPEG, e salva somente em AVI. Se seu vídeo estiver em outro formato que não AVI ou MPEG, você deverá usar algum conversor antes de aplicar. Se você já criou a legenda, certifique-se de que o conversor usado não removerá trechos do vídeo, nem alterará a taxa de quadros por segundo (FPS). Se isso ocorrer, poderá ser necessário resincronizar a legenda, o que poderia dar um trabalho legal. Se o vídeo será editado, que seja antes da criação da legenda.

Nota: se for usar um conversor, nas opções de conversão de áudio evite ao máximo usar uma taxa de bits variável (VBR) para o som, pois isso poderá causar problemas de sincronização no VirtualDub atualmente. Prefira escolher MP3 para o áudio.

Com o VirtualDub em mãos (e o plugin Subtitle devidamente copiado para a pasta “plugins” dele), abra o vídeo nele, pelo menu “File > Open Video File”.

Vamos ativar o plugin, que aplicará um filtro para exibir a legenda sobre o vídeo. Clique no menu “Video > Filters”. Clique em “Add” e localize o Subtitler:



Se o item Subtitler não aparecer, é porque falta o arquivo “Subtitler.vdf” na pasta “plugins” do VirtualDub. Copie-o para essa pasta, feche e reabra o “VirtualDub.exe”, ele deverá ser listado.

Ao selecioná-lo e dar OK, aparece a tela de configuração desse filtro. Clique no botão com as reticências e localize o arquivo de legenda, no formato SSA:



Deixe as opções padrões, geralmente é melhor. A terceira opção na lista com o modo de quebra de linha automática é a recomendável, a menos que você tenha quebras de linha estratégicas na legenda e queira preservá-las. Essa opção quebrará as linhas automaticamente. Clique em OK, e depois em OK novamente na outra tela.

Se você arrastar a barrinha de progresso do vídeo, poderá ver na visualização o mesmo já com a legenda:



Editando a fonte da legenda

A fonte padrão que o Media Subtitler aplica é grande demais para vídeos pequenos, como os publicados na web (com largura média de 400 ou 500 pixels). Veja na imagem acima, por exemplo. A frase “Please don't stop the music” poderia muito bem caber em uma única linha, e continuaria legível. Para trocar a fonte vale a pena usar um outro programa, melhor para essa tarefa: VobSub. Baixe-o em:

http://www.divxsweden.net/program/filer/VobSub_2.23.exe

Ele serve como um filtro ou “addon” para players, para adicionar suporte a legendas (geralmente funcionando a partir de uma DLL, com opções configuráveis). No caso isso não interessa, usaremos apenas o editor de legendas que vem com ele (SubResync).

Abra o arquivo SSA da legenda nele (no SubResync, disponível no menu dele no Iniciar > Programas), clique em “Edit” e altere a fonte, cor, tamanho e posição:



Para vídeos para web, um tamanho bom para a fonte pode ser de 18 a 22. Altere o tamanho e nome da fonte clicando no nome dela (“Tahoma”, na imagem acima). Experimente salvar a legenda e recarregá-la no VirtualDub antes de gerar o vídeo final. Para escolher uma nova legenda no VirtualDub, vá ao menu “Video > Filters” e dê um duplo clique sobre o filtro já adicionado, e então escolha a nova legenda clicando no botão com as reticências ao lado do nome do arquivo (no mesmo lugar em que você adicionou a primeira legenda). Veja um outro vídeo, com uma legenda diferente carregada:



Se você não quiser baixar o VobSub só para isso, pode usar direto o editor do Media Subtitler, indo em “Configurações > Opção de formato”. A interface do SubResync é mais direta, apresentando todas as opções numa única tela, além de permitir visualizar rapidamente se a frase caberia inteira numa linha ou ficaria quebrada em duas, em boa parte dos vídeos na proporção 4:3.

Deixar uma fonte grande faz com que várias falas fiquem com uma quebra de linha, ocupando um espaço desnecessário no vídeo – aparecendo por cima do vídeo, claro. Vale a pena testar diversas combinações até ver a que fica mais agradável ao que você quer. Uma dica é carregar a nova legenda no VirtualDub e percorrer com o mouse, rapidamente, a barra de progresso – observando se alguma parte fica grande demais, especialmente se alguma ficar com mais de uma quebra de linha.

Salvando o arquivo final

Estando tudo OK, só resta salvar o vídeo

O VirtualDub só salva em AVI, mas ele pode compactar usando alguns codecs. Antes de salvar, clique no menu “Video > Compression”, para escolher um formato comprimido. Estarão disponíveis vários formatos, dependendo dos codecs instalados no seu sistema. Recomendo o XviD, caso disponível. O XviD é open source e oferece ótimas taxas de compressão com uma qualidade visual. Se não estiver disponível, você pode usar os formatos do Windows ou o DivX, ou então procurar pacotes de codecs na Internet que tenham o XviD (assim como poderá baixá-lo também no www.xvid.org).



Clicando no botão “Configure”, você pode personalizar e otimizar a compressão, dependendo do codec selecionado. É importante ter muito espaço disponível no HD, especialmente se você estiver legendando discursos, palestras ou filmes, coisas grandes. Para clipes musicais ou vídeos de até uns 10 minutos você não precisa se preocupar tanto com o espaço, porque será relativamente pouco. A menos que salve num formato sem compressão, aí facilmente vários GB seriam ocupados pelo arquivo salvo.

Definida a compressão, clique em OK para fechar a janela, e então salve o arquivo normalmente – pelo menu “File > Save as AVI”. Esse processo demora, dependerá da duração do vídeo e claro, do poder do seu processador :) Em micros relativamente atuais a maioria dos codecs podem comprimir vídeos de 400 e poucos pixels de largura ou um pouco mais, mais rápido do que a reprodução do mesmo vídeo em tempo real. Sente e relaxe enquanto o VirtualDub processa seu vídeo :P

Creio que não precisaria falar, todavia: não salve o vídeo por cima do original. Escolha outro nome, ou salve em outro local. No vídeo salvo com a legenda embutida, ela não poderá ser removida, como expliquei no começo do texto.

O VirtualDub é bastante poderoso. Não tem recursos desejados para produção de determinados vídeos, como animações ou efeitos potentes em textos, tarjas para TV, etc, mas serve como editor pra remover trechos ou aplicar filtros globais. Há diversos filtros que vêm com ele. Um exemplo é o “logo”, que adiciona uma “marca d'água” no vídeo, similar aos logotipos das emissoras de TV ou sites da web nos cantos da tela. Vale a pena explorá-lo :)

Dica: o Media Subtitler pode chamar o VirtualDub e fazer a conversão automaticamente, basta usar o menu “Arquivo > Embutir legendas”. Bastaria localizar o caminho do VirtualDub e mandar ver. No entanto, em alguns testes obtive alguns problemas. Fazer com o VirtualDub e seu plugin fica mais “didático” e versátil, já que você poderá usar os outros plugins do VirtualDub, caso interesse.

É isso, não é nenhum bicho de 7 cabeças legendar vídeos atualmente. Só respeite as nossas leis e tome cuidado com a Polícia Federal, afinal disponibilizar legendas de conteúdo protegido por direitos autorais não é legal.


Fonte: http://www.guiadohardware.net/dicas/legendas-videos.html


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Memória Flash

Diferentemente da memória RAM e também das SRAM, a memória Flash permite armazenar dados por longos períodos, sem precisar de alimentação elétrica. Este simples fato acabou fazendo com que a memória Flash se tornasse uma das tecnologias mais importantes das últimas décadas, possibilitando o surgimento dos cartões de memória, pendrives, SSDs, celulares, câmeras e players de mídia com armazenamento interno e assim por diante.

Se a memória Flash não existisse, todas essas áreas estariam muito atrasadas em relação ao que temos hoje. Os celulares e os palmtops provavelmente ainda utilizariam memória SRAM para armazenar os dados e seriam por isso mais caros e perderiam os dados quando a bateria fosse removida. Os pendrives simplesmente não existiriam e os cartões de memória estariam estagnados nos cartões CompactFlash, utilizando microdrives ou pequenas quantidades de memória SRAM alimentada por uma pequena bateria. Formatos mais compactos, como os cartões SD e miniSD simplesmente não existiriam.

Nem todos os chips de memória Flash nascem iguais. Embora a função seja sempre a mesma (armazenar dados), existem diferenças nas tecnologias usadas, que determinam onde o chip será usado.

Existem dois tipos de memória Flash. A primeira tecnologia de memória Flash a se popularizar foi o tipo NOR, que chegou ao mercado em 1988. Os chips de memória Flash NOR possuem uma interface de endereços similar à da memória RAM, incluindo o suporte ao XiP (eXecute in Place), que permite que softwares armazenados no chip de memória Flash sejam executados diretamente, sem precisarem ser primeiro copiados para a memória RAM.

Isso permite que eles sejam usados para armazenar o BIOS da placa-mãe e firmwares em dispositivos diversos, que antes eram armazenados em chips de memória ROM ou EEPROM. Nos primeiros PCs, por exemplo, o BIOS da placa-mãe era gravado em um chip de memória ROM e por isso não era atualizável, a menos que o chip fosse fisicamente substituído.

O problema com as memórias NOR é que elas são muito caras e, embora as leituras sejam rápidas, o tempo de gravação das células é muito alto. Em um chip de memória NOR típico, as operações de gravação demoram cerca de 750 nanosegundos, no que é várias ordens de magnitude mais lento do que em um chip de memória RAM.

No caso do BIOS da placa-mãe, isso não é um grande problema, pois você só precisa atualizá-lo esporadicamente, mas os chips de memória Flash NOR não seriam muito adequados para uso em um SSD, por exemplo.


Chips de memória Flash NOR de acesso serial, como os usados para
gravar o BIOS em placas-mãe atuais


As memórias NOR chegarem a ser utilizados em muitos palmtops e smartphones (até por volta de 2006) para armazenar o firmware do sistema, mas nesse caso ela era usada apenas para leitura, com todas as operações de escrita sendo feitas em um chip de memória SRAM ou Flash NAND separado. A vantagem nesse caso é que o boot era um pouco mais rápido, já que o sistema podia rodar diretamente a partir da memória Flash, sem precisar ser primeiro copiado para a memória RAM. Eles são também muito utilizados em dispositivos mais simples, como impressoras, modems ADSL, pontos de acesso e outros, armazenando o firmware do sistema.

De volta aos PCs, as memórias Flash NOR chegaram a ser utilizadas nos primeiros cartões de memória PCMCIA e CompactFlash, mas elas desapareceram desse ramo quando foram introduzidas as memórias NAND, que rapidamente se tornaram as mais populares.

Nelas, cada célula é composta por dois transístores, com uma fina camada de óxido de silício precisamente posicionada entre os dois, que armazena cargas negativas. Isso cria uma espécie de armadilha de elétrons, que permite manter os dados por longos períodos de tempo, sem que seja necessário manter a alimentação elétrica (como nas memórias SRAM), ou muito menos fazer um refresh periódico (como na memória DRAM). Isso simplifica muito o design dos cartões, pendrives e outros dispositivos, pois eles precisam incluir apenas os chips de memória Flash NAND, um chip controlador e as trilhas necessárias (nada de baterias, circuitos de refresh ou qualquer coisa do gênero). Aqui temos um diagrama da Intel que mostra uma célula de memória Flash NAND:



Pelo diagrama você pode notar que embora mais complexa que uma célula de memória RAM (onde temos apenas um transístor e um capacitor), a célula de memória Flash ocupa pouco espaço, pois o segundo transístor é posicionado sobre o primeiro. Graças ao tamanho reduzido das células, cada chip de memória Flash NAND armazena uma quantidade muito maior de dados, o que faz com que o preço por megabyte seja muito mais baixo.

Além de mais baratas que as NOR, as memórias NAND também são muito mais rápidas na hora de gravar dados. A principal limitação é que elas são endereçadas usando páginas de 4 KB (ou 2 KB, dependendo do design do chip) e acessadas através de um barramento serial. Ou seja, do ponto de vista do sistema, um cartão de memória Flash NAND está mais para um HD do que para uma unidade de memória. Você pode usá-lo para guardar dados, mas na hora que o sistema precisa rodar um programa, precisa primeiro copiá-lo para a memória RAM, da mesma forma que faria ao usar um HD.

A partir de 2006, até mesmo os smartphones e palmtops passaram a utilizar chips de memória NAND para armazenar o firmware e os aplicativos instalados, em vez de um chip separado de memória XOR.

Isso se tornou possível graças ao uso de sistema de execução dinâmica, onde os aplicativos são primeiro copiados da memória Flash para a memória RAM e executados a partir dela. Esse esquema é muito similar ao que temos num PC, onde os arquivos são salvos no HD, porém processados usando a memória RAM.

O grande boom da memória Flash aconteceu entre 2004 e 2005, quando uma combinação de dois fatores fez com que os preços por MB caíssem rapidamente.

O primeiro foi o brutal aumento na produção e a concorrência entre os fabricantes, que empurraram os preços para baixo. Além de gigantes como a Samsung e a Toshiba, até mesmo a Intel e a AMD investiram pesadamente na fabricação de memória Flash.

O segundo foi a introdução da tecnologia MLC (Mult-Level Cell), onde cada célula passa a armazenar dois ou mais bits em vez de apenas um. Isso é possível graças ao uso de tensões intermediárias. Com 4 tensões diferentes, a célula pode armazenar 2 bits, com 8 pode armazenar 3 bits e assim por diante. Na geração atual (2009) os chips armazenam apenas 2 bits, mas não deve demorar até que os fabricantes desenvolvam células capazes de armazenar 3 e 4 bits, já que isso reduzirá proporcionalmente o custo por megabyte.

O MLC foi implantado de forma mais ou menos simultânea pelos diversos fabricantes e permitiu reduzir drasticamente o custo por megabyte, quase que de uma hora para a outra. Hoje em dia, os chips MLC são os usados na esmagadora maioria dos pendrives, cartões de memória e SSDs.

Os chips "tradicionais", que armazenam um único bit por célula passaram a ser chamados de "SLC" (single-bit cell) e ainda são produzidos com o objetivo de atender o mercado de SSDs de alto desempenho (sobretudo os modelos destinados ao mercado de servidores). Embora muito mais caros, eles oferecem um melhor desempenho e são mais duráveis.

Outra tecnologia usada pelos fabricantes para cortar custos e ao mesmo tempo permitir a criação de chips de maior densidade é o "Die-Stacking", onde dois ou mais chips são "empilhados", conectados entre si e selados dentro de um único encapsulamento, que possui o mesmo formato e contatos que um chip tradicional:


Chips de memória empilhados, usando o die-stacking

Assim como em outras tecnologias, o uso do die-stacking inicialmente encarecia os chips, mas, com a evolução das técnicas de produção, ele acabou resultando em redução de custos, já que boa parte do preço de um chip de memória flash corresponde, justamente, ao processo de encapsulamento. Com isso, acaba sendo bem mais barato produzir um único chip com 8 camadas, do que 8 chips separados, por exemplo.

Por serem muito pequenos, os chips de memória Flash são incrivelmente flexíveis, permitindo o uso nos mais diversos formatos. Hoje em dia, essa questão está praticamente decidida, já que com exceção de alguns aparelhos da Sony, todos os outros aparelhos novos utilizam cartões microSD, mas os primeiros anos foram bem mais movimentados, com uma verdadeira guerra de formatos, alguns abertos e outros proprietários.

Como de praxe, a popularização das memórias Flash deu início a uma guerra entre diversos formatos de cartões, alguns abertos e outros proprietários.

CompactFlash: Excluindo os jurássicos cartões de memória PCMCIA, o primeiro formato de cartão foi o CompactFlash (CF), onde é utilizada uma interface muito similar à interface IDE usada pelos HDs, com nada menos que 50 pinos. Aqui temos um cartão CF aberto:



De um dos lados temos o chip controlador e um dos chips de memória e no outro temos espaço para mais dois chips, totalizando até 3 chips de alta capacidade. Graças a esse design, os cartões CF oferecem boas taxas de transferência, mas em compensação são caros e volumosos, o que explica a decadência do formato.

Os cartões CompactFlash ainda são produzidos e sobrevivem em alguns nichos. Eles são usados por algumas câmeras da Canon, voltadas para o segmento profissional (onde a boa taxa de transferência dos cartões CF presta bons serviços) e em diversos tipos de sistemas embarcados. Devido à similaridade entre os dois barramentos, existem adaptadores que permitem instalar cartões CF numa porta IDE, criando uma espécie de SSD de baixo custo (porém também de baixo desempenho).

SmartMedia: Em 1995 a Toshiba lançou o formato SmartMedia (SM), um formato muito mais simples, onde o chip de memória é acessado diretamente, sem o uso de um chip controlador. O chip de memória é encapsulado dentro de um cartucho plástico, com apenas 0.76 mm de espessura e os contatos externos são ligados diretamente a ele. Nesta foto você pode ver um cartão SmartMedia em comparação com um cartão MMC e um Memory Stick:



Apesar de finos, os cartões SM eram relativamente grandes, o que levou os fabricantes a abandonarem o formato, o que deu origem aos cartões xD, MMC, SD e Memory Stick.

Percebendo o nicho criado pela confusão, os fabricantes de leitores de cartões USB passaram a oferecer suporte para todos os formatos simultaneamente. Isso foi possível graças ao desenvolvimento de chips controladores "tudo em um", capazes de converter cada um dos protocolos nos comandos suportados pelo padrão USB. Existem também os leitores incluídos nos notebooks, que lêem cartões SD e Memory Stick. Do ponto de vista do sistema operacional, eles são diferentes dos leitores USB, pois são ligados ao barramento PCI (ou PCI Express) ao invés de usarem o barramento USB e a maioria das funções são executadas via software (como em um softmodem), graças ao driver instalado.

Cartões xD: O próximo da lista é o xD, um formato proprietário, usado em câmeras da Olympus e da Fujifilm. Eles são relativamente rápidos se comparados com os SmartMedia e com os cartões MMC, mas são bem mais lentos que os cartões SD usados atualmente. Existiram duas atualizações para o formato: o "xD M" (que permitiu o desenvolvimento de cartões com mais de 512 MB) e o "xD H" (que melhorou a velocidade de transferência). Apesar disso, ambos acabaram sendo pouco usados, devido à concorrência dos cartões SD.

Assim como nos cartões SM, os contatos são ligados diretamente no chip de memória, sem o uso de um chip controlador. Isso em teoria baratearia os cartões, mas devido à pequena demanda (e consequentemente aos baixos volumes de produção), os cartões xD são atualmente bem mais caros. Isso acaba prejudicando a competitividade das câmeras dos dois fabricantes, que perdem mercado por insistirem no padrão.



Cartões MMC: O MMC é um padrão "quase aberto", onde é necessário pagar uma taxa inicial para obter as especificações e mais um valor anual à MMC Association, além de seguir um conjunto de restrições. Os cartões MMC possuem exatamente as mesmas dimensões dos cartões SD atuais e são compatíveis com a maior parte das câmeras e outros dispositivos, além de utilizarem o mesmo encaixe que eles nos adaptadores. As únicas diferenças visíveis são que os cartões MMC são um pouco mais finos (1.4 mm, contra 2.1 mm dos SD) e possuem apenas 7 pinos, enquanto os SD possuem dois pinos extras, totalizando 9.

O maior problema é que os cartões MMC são lentos, pois utilizam um antiquado barramento serial para a transferência de dados, que transfere um bit por vez a uma frequência máxima de 20 MHz. Em teoria, os cartões MMC poderiam transferir a até 2.5 MB/s, mas a maioria dos cartões ficam muito longe dessa marca. Os cartões mais antigos utilizam um modo de transferência ainda mais lento, limitado a 400 KB/s.

Como não existe praticamente nenhuma diferença de custo entre produzir um cartão MMC ou SD, os fabricantes migraram rapidamente para o padrão mais rápido, fazendo com que o MMC entrasse em desuso. Mais recentemente foram lançados os padrões RS-MMC, MMC Plus e SecureMMC, versões atualizadas do padrão MMC, que visam reconquistar seu lugar no mercado.

Chegamos então aos dois padrões que sobreviveram à guerra: o SD, que é o padrão "parcialmente aberto", apoiado pela grande maioria dos fabricantes e o Memory Stick, o padrão proprietário da Sony.

Memory Stick: Embora tenha conseguido atingir uma sobrevida surpreendente, o Memory Stick ficou restrito aos produtos da Sony e por isso seu futuro é incerto. Além do padrão original, existem também os formatos Memory Stick Duo, Pro, Pro Duo, Micro e Pro-HG.

Tanto o padrão original quanto o Memory Stick Duo estão limitados a 128 MB, por isso ficaram rapidamente obsoletos e são usados apenas por dispositivos antigos, fabricados até o início de 2003. A principal diferença entre os dois formatos é o tamanho reduzido dos cartões Memory Stick Duo, que são um pouco menores que os cartões SD.

Em seguida temos os cartões Memory Stick Pro e Memory Stick Pro Duo (ambos lançados em 2003), que substituem diretamente os dois padrões anteriores. Além do melhor desempenho, eles trouxeram um padrão atualizado de endereçamento, que permite o desenvolvimento de cartões de até 32 GB. Aqui temos uma foto mostrando os 4 formatos:



O Memory Stick Micro (ou M2) é um formato miniaturizado, desenvolvido para uso em celulares (mais especificamente nos Sony Ericsson), que mede apenas 1.5 x 1.2 cm. Os cartões normalmente são vendidos em conjunto com um adaptador, que permite usá-los em qualquer dispositivo ou leitor que use cartões Memory Stick Pro



Concluindo, temos o Memory Stick Pro-HG, que utiliza um novo barramento de dados, que transmite 8 bits por ciclos a uma frequência de 60 MHz, o que permite uma taxa de transferência de até 60 MB/s (contra 20 MB/s dos padrões anteriores). Embora na prática a taxa de transferência dependa mais dos chips de memória Flash usados, o barramento mais rápido coloca os cartões Pro-HG em vantagem em relação aos cartões SD, já que eles estão limitados a um máximo de 20 MB/s pelo barramento usado.

Cartões SD: Finalmente, temos os cartões SD (Secure Digital), que acabaram se tornando o formato dominante. Como o nome sugere, os cartões SD oferecem um sistema de proteção de conteúdo (o CPRM), que é implementado diretamente no chip controlador. Ele se destina a atender o lobby das gravadoras, oferecendo uma forma de "proteger" arquivos de áudio e outros tipos de conteúdo contra cópias não autorizadas. Os cartões Memory Stick implementam um sistema similar (o Magic Gate), mas felizmente ambos são pouco usados.

Existem três formatos de cartões SD. Além do formato padrão, temos os cartões miniSD e microSD, versões miniaturizadas, que são eletricamente compatíveis com o padrão original e podem ser encaixados num slot para cartões SD regulares usando um adaptador simples.

Os cartões SD suportam 3 modos de transferência. O 4 bits mode é o modo "padrão", onde o cartão transfere 4 bits por ciclo, a uma frequência de até 50 MHz, resultando em taxas de transferência de até 25 MB/s (desde que os chips de memória usados acompanhem, naturalmente). O segundo é o 1 bit mode, onde é transferido um único bit por ciclo, a uma frequência de no máximo 20 MHz. Este modo é usado para manter compatibilidade com os cartões MMC. É graças a ele que você pode usar cartões MMC em câmeras e leitores para cartões SD e vice-versa. Finalmente, existe o modo SPI (ainda mais lento), que é utilizado por algumas câmeras antigas e também em diversos tipos de dispositivos embarcados.

É por causa dos três modos de operação que um mesmo cartão SD pode ser acessado a velocidades bem diferentes de acordo com o dispositivo onde ele é usado. Muitas câmeras antigas que permitem acessar o conteúdo do cartão quando ligadas a uma porta USB transferem a velocidades muito baixas, muitas vezes inferiores a 300 KB/s. O driver "sdhci" (no Linux), que dá suporte aos leitores de cartões incluídos em notebooks, por exemplo, é (pelo menos até o Kernel 2.6.21) limitado ao modo SPI, por isso é bastante lento em relação ao driver Windows, que é capaz de utilizar o modo 4 bits. Ou seja, o leitor do seu notebook funciona, mas a uma velocidade muito baixa e com uma grande utilização do processador.


Leitor de cartões SD suportado no Linux através do módulo sdhci

O modo SPI é o preferido pelos desenvolvedores de sistemas embarcados e drivers open-source, pois ele é muito simples e por isso pode ser emulado via software, sem a necessidade de usar um controlador adicional. No modo SPI 4 são usados 4 pinos do cartão: um para enviar o sinal de clock, outro para enviar comandos, o terceiro para selecionar qual chip dentro do cartão será acessado e o último para transferir dados, um bit de cada vez. Desde que você possa controlar o uso dos 4 pinos, é fácil escrever uma função ou driver para acessar o cartão.

O modo SPI é o mais lento, mas é suficiente para muitas aplicações. Imagine o caso de um sensor de temperatura que usa o cartão apenas para armazenar um log das variações, gravando alguns poucos bits por vez, por exemplo.

Concluindo, temos também o formato "SD Duo", um nome mercadológico para cartões SD que podem ser ligados diretamente em uma porta USB, assumindo também a função de pendrive. Este padrão foi originalmente criado pela Sandisk e depois copiado por outros fabricantes. Eles possuem uma dobradiça ou protetor removível, que esconde um conector USB:



Estes cartões utilizam um controlador dual, que além de ser um controlador SD, incorpora também as funções de controlador USB. Graças a isso, o fabricante pode colocar os contatos normais do cartão SD de um lado, e os contatos da porta USB do outro, criando um design muito engenhoso. Apesar de práticos, eles acabaram não pegando, já que os cartões SD regulares foram logo inteiramente substituídos pelos microSD.

Com exceção dos antigos cartões SmartMedia e xD, que vimos há pouco, todos os cartões de memória Flash incluem um chip controlador, que é encarregado do gerenciamento dos endereços e todas as operações de leitura e gravação, além de executarem funções de manutenção diversas.

Os cartões atuais utilizam o sistema "wear levelling" para ampliar a vida útil das células. O grande problema é que as células de memória Flash NAND MLC suportam cerca de 10.000 operações de gravação, o que é bem pouco se comparado a outras mídias de armazenamento. Para complicar, a maioria dos sistemas de arquivos (especialmente FAT e EXT) realizam atualizações frequentes na tabela de endereçamento da partição.

Se nada fosse feito a respeito, as gravações sucessivas iriam rapidamente inutilizar as células responsáveis pelo armazenamento da tabela, inutilizando o cartão. Graças ao wear levelling é feito uma espécie de "rodízio" dos endereços mais acessados entre as células do cartão, evitando a fadiga de alguns endereços isolados.

Outra função é remapear os endereços defeituosos, onde um setor de uma área reservada passa a ser usado em seu lugar. Isto é muito similar ao sistema utilizado nos HDs modernos, onde a controladora também é capaz de remapear os badblocks automaticamente.

Você pode então se perguntar como o controlador faz para descobrir os endereços defeituosos. A resposta é que, além dos dados e dos setores da área reservada, a memória armazena também alguns bytes adicionais (tipicamente 64 bytes adicionais para cada bloco de 2048 bytes), usados para guardar códigos ECC. Estes códigos permitem não apenas identificar, mas também corrigir erros simples nos dados gravados. Como o controlador não tem como descobrir exatamente em qual célula ocorreu o erro, normalmente todo o bloco de 2048 bytes é remapeado.

Grande parte dos cartões de memória Flash já saem de fábrica com alguns setores defeituosos remapeados (assim como os HDs). Isso permite que os fabricantes aproveitem módulos que de outra forma precisariam ser descartados, reduzindo o custo de forma considerável.

Até certo ponto, o controlador também é responsável pelas taxas de transferência suportadas pelo cartão, já que é ele quem determina os modos de acesso e as frequências de clock suportadas. Mesmo que os chips de memória sejam suficientemente rápidos, a taxa de transferência máxima pode ser limitada pelo controlador. Por exemplo, muitos cartões microSD utilizam controladores limitados a 20 MHz, que são capazes de transferir a, no máximo, 10 MB/s, enquanto muitos dos novos já utilizam controladores capazes de operar a 50 MHz, como nos cartões SD regulares.

A velocidade dos cartões é comparada pelos fabricantes à velocidade dos drives de CD-ROM. Um cartão "133x" é um cartão que usa um controlador capaz de transferir a 20 MB/s, um "155x" é um cartão capaz de transferir a 25 MB/s e assim por diante. As taxas reais são normalmente mais baixas (sobretudo nas operações de gravação), pois ficam limitadas também à velocidade dos chips, por isso não leve o índice muito a sério, ele é apenas uma ferramenta de marketing. De qualquer forma, é conveniente evitar cartões que não fazem menção à velocidade de transferência, pois eles normalmente são limitados a 33x ou menos. Note que os cartões SDHC adotam um índice diferente, como veremos a seguir.


Embora pequenos em relação aos cartões CompactFlash e SmartMedia, os cartões SD ainda são grandes demais para algumas aplicações, sobretudo para uso em celulares e nas câmeras mais compactas. Para solucionar o problema foram criados dois formatos miniaturizados, o miniSD e o microSD, que são menores e mais finos.


O miniSD mede 2.15 x 2.0 cm, com apenas 1.4 mm de espessura, enquanto o microSD mede apenas 1.5 x 1.1 cm, com apenas 1 mm de espessura, o que fez com que ele se tornasse rapidamente o formato mais usado, substituindo todos os anteriores.

Além da miniaturização, outro segredo para a popularização do microSD é o custo. Os cartões são produzidos diretamente em torno dos chips de memória, sem o uso de nenhum circuito adicional. O controlador é incluído diretamente dentro do chip e os contatos do cartão são ligados diretamente em contatos do chip de memória, que é então acessado diretamente pelo dispositivo no qual ele é encaixado. Você pode pensar nos cartões microSD como chips de memória flash avulsos, que você pode usar onde quiser.

Em comparação, em um pendrive é necessário incluir também um chip controlador (que faz a interface entre o chip de memória e o controlador USB), além da placa de circuito, o cristal de clock e outros componentes, um conjunto que acaba saindo mais caro:


A capacidade é a mesma, mas o pendrive usa um volume muito maior de componentes

Como toda nova tecnologia, os cartões microSD eram inicialmente mais caros, já que poucos os fabricantes os produziam. Entretanto, conforme o volume de produção foi crescendo, os preços foram caindo vertiginosamente. Cartões de 8 GB que custavam (preços do exterior) mais US$ 100 no início de 2008 caíram para US$ 30 no início de 2009 e em seguida para US$ 15 (ou até menos) no início de 2010 (pesquise em lojas como a dealextreme.com), preços bem mais baixos que pendrives da mesma capacidade.

Na maioria dos casos, o cartão acompanha um adaptador SD. Como os dois padrões são compatíveis eletricamente, o adaptador é apenas um dispositivo passivo, muito barato de se produzir. Existem também adaptadores para mini-SD e Memory Stick Duo, sem falar nos leitores USB, que transformam o cartão microSD em um mini-pendrive:



ocê pode se perguntar como é possível que os cartões microSD sejam tão compactos, já que qualquer cartão SD precisa de pelo menos dois chips (o chip de memória e o controlador) e num cartão microSD mal temos espaço para um. A resposta está no die-stacking, tecnologia que comentei há pouco. Num cartão microSD temos um ou mais chips de memória e o próprio controlador "empilhados", formando um único encapsulamento. Ele é instalado pelo fabricante numa placa de circuito que contém os contatos externos e em seguida selado dentro da cobertura externa. O mesmo se aplica aos cartões Memory Stick Micro, que possuem dimensões similares.

Não existe como desmontar um microSD e, mesmo que você quebre um no meio, não vai conseguir diferenciar os chips, pois eles são produzidos usando wafers muito finos (até 0.025 mm de espessura nos mais recentes) e juntados de forma muito precisa.

Além do formato, outra questão importante sobre os cartões SD é a questão da capacidade. Inicialmente, o padrão de cartões SD previa o desenvolvimento de cartões de até 2 GB, formatados por padrão em FAT16. Você pode reformatar o cartão em NTFS ou em outros sistemas de arquivos, mas, nesse caso, a maior parte das câmeras e outros dispositivos deixam de conseguir acessá-lo, embora você ainda consiga acessar o cartão normalmente se conectá-lo a um PC usando um adaptador USB.

Quando o limite de 2 GB foi atingido, os fabricantes passaram a criar extensões para permitir a criação de cartões de 4 GB, usando hacks para modificar o sistema de endereçamento e passando a usar o sistema FAT32 (no lugar do FAT16) na formatação. Estes cartões de 4 GB "não-padronizados" são compatíveis com a maioria dos dispositivos antigos, mas você pode enfrentar problemas diversos de compatibilidade, já que eles não seguem o padrão.

Para colocar ordem na casa, foi criado o padrão SDHC (Secure Digital High Capacity), onde a tabela de endereçamento foi expandida e o sistema de arquivos FAT32 passou a ser oficialmente usado. Todos os cartões que seguem o novo padrão carregam o logotipo "SDHC" ou "microSDHC" (que permite diferenciá-los dos cartões de 4 GB "não-oficiais") e trazem um número de classe, que indica a taxa de transferência mínima em operações de escrita. Veja um exemplo de cartão com o logotipo:



Os cartões "Class 2" gravam a 2 MB/s, os "Class 4" a 4 MB/s, os "Class 6" a 6 MB/s, e assim por diante. O mesmo se aplica aos cartões miniSD e microSD. Note que a numeração não diz nada sobre a velocidade de leitura, mas ela tende a ser proporcionalmente maior.

O lançamento do padrão SDHC criou problemas de compatibilidade entre os novos cartões e aparelhos antigos, incluindo não apenas smartphones e câmeras, mas também leitores de cartões.

Para suportar o SDHC, é necessário que o dispositivo utilize um controlador compatível e (no caso dos smartphones), também, um firmware atualizado. Muitos smartphones lançados de 2006 em diante, que originalmente não oferecem suporte ao SDHC, podem se tornar compatíveis através de atualizações de firmware, mas, por outro lado, existem também muitos modelos recentes que realmente ficarão para sempre limitados aos cartões de 2 GB, uma limitação que tem se tornado cada vez mais severa conforme os cartões de maior capacidade caem de preço.

Em muitos casos, é possível utilizar os cartões de 4 GB não-padronizados nesses aparelhos (eles podem ser diferenciados dos SDHC facilmente, pois não possuem o logo), mas, nesse caso, é uma questão de tentativa e erro. É muito melhor confirmar a compatibilidade com o SDHC antes de comprar.

O padrão SDHC original prevê a criação de cartões de até 32 GB, que é o limite de tamanho para partições FAT 32 com clusters de 16 KB. Em 2009 foi anunciado o formato SDXC (SD Extended Capacity), que elevou o limite para 2 TB, adotando o uso do sistema de arquivos exFAT (o sucessor do FAT32, que utiliza um sistema de endereçamento de 64 bits).

A mudança do SDHC para o SDXC não será indolor, já que o novo sistema de endereçamento torna necessário o uso de controladores atualizados e mudanças nos softwares. Por outro lado, ela é uma atualização necessária, já que os cartões de 64 e 128 GB já estão no horizonte.

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Configurando rapidamente uma rede entre dois micros

Configurar redes já foi complicado. Hoje em dia, o grande desafio não é configurar uma rede, mas fazer isso rápido, a fim de transferir alguns arquivos, jogar uma partida de Warcraft 3, compartilhar temporariamente a conexão do seu amigo com o seu notebook e assim por diante.

As duas formas mais rápidas e baratas de criar uma rede entre dois micros são:

a) Usar um cabo cross-over

b) Configurar uma rede wireless ad-hoc (no caso de dois notebooks com placas wireless)

Os cabos de rede "normais", são chamados de cabos retos, ou "straight". Eles são chamados de retos simplesmente por que usam o mesmo padrão nos dois lados do cabo. Ou seja, o fio crimpado no primeiro pino do lado A, vai ser crimpado também no primeiro pino do lado B, e assim por diante. Os dois lados do cabo são iguais.

Os cabos cruzados, ou cross-over possuem a posição de dois dos pares trocadas numa das pontas. Essa combinação permite que dois micros conversem diretamente, sem precisar de um hub. Você simplesmente liga o cabo e tem uma rede instantânea entre os dois.



Você pode comprar cabos em qualquer loja de informática que se preze, mas se você é da época em que homem eram homens e crimpavam seus próprios cabos, a pinagem de um cabo cross é a seguinte:

Lado A:

1- Branco com Laranja
2- Laranja
3- Branco com Verde
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Verde
7- Branco com Marrom
8- Marrom

Lado B:

1- Branco com Verde
2- Verde
3- Branco com Laranja
4- Azul
5- Branco com Azul
6- Laranja
7- Branco com Marrom
8- Marrom

Os cabos são encaixados nesta ordem, com a trava do conector virada para baixo, como no diagrama:



Com os dois micros ligados, falta apenas configurar o IP em ambos para que eles comecem a conversar.

No Windows XP, você configura a rede no Painel de Controle > Conexões de Rede. Clique com o botão direito sobre o "Conexão local" e acesse as propriedades do Protocolo TCP/IP.

Configure os dois micros usando endereços IP diferentes, como "192.168.0.1" e "192.168.0.2", por exemplo e use a máscara "255.255.255.0" em ambos. O Gateway e o DNS são necessários apenas para acessar a Internet, não para fazer uma rede simples entre dois micros.



Para compartilhar arquivos entre as duas máquinas, não se esqueça de manter o "Cliente para redes Microsoft" e o "Compartilhamento de arquivos e impressoras para redes Microsoft" ativados na configuração da rede. Você precisa também colocar as duas máquinas no mesmo grupo de trabalho, que você define no Meu Computador > Propriedades > Nome do Computador.



No Linux é mais simples, pois você pode configurar o IP e ativar a rede, independentemente da distribuição usada, com um único comando, como em:

# ifconfig eth0 192.168.0.1 up (como root)
A menos que você tenha mais de uma placa de rede, sua placa cabeada será sempre a eth0. O "192.168.0.1" é o IP que está sendo atribuído e o "up" conclui o comando, dizendo que a placa deve ser ativada imediatamente.

Agora você só precisa ativar o segundo micro, configurando-o com um IP diferente, como em:

# ifconfig eth0 192.168.0.2 up
Lembre-se que tanto no Linux, quanto no Windows, você pode usar o comando "ping" para testar a conectividade entre os dois micros (ele não funciona se você estiver usando firewall). Abra o terminal (ou o prompt do DOS, no caso do Windows) e consulte o outro micro, como em:

ping 192.168.0.1
Uma forma rápida e fácil de transferir arquivos entre duas máquinas Linux é ativar o servidor SSH na máquina que fará papel de servidor e usar o "fish://" do Konqueror na máquina que ficará como cliente. Abra uma janela do Konqueror na segunda máquina e, na barra de endereços, digite:

fish://usuario@192.168.0.1

Aqui, o "usuário" e um login da outra máquina e o "192.168.0.1" é o IP. Ele vai pedir a senha da conta. A partir daí o gerenciador passa a mostrar os arquivos da outra máquina e você pode transferir simplesmente arrastando



Você pode também usar o Samba para compartilhar arquivos do Linux para as máquinas Windows, mas isso já é assunto para outra dica :).

A segunda opção é configurar uma rede ad-hoc entre os dois. A velocidade de transmissão em uma rede ad-hoc é a mesma que em uma rede wireless em modo infra-estrutura (com um ponto de acesso), ou seja, 11 megabits ao usar placas 802.11b ou 54 megabits ao utilizar placas 802.11g, mas o alcance do sinal é bem menor, já que os transmissores e as antenas das interfaces não possuem a mesma potência do ponto de acesso. A velocidade também tende a cair muito mais rapidamente conforme aumenta a distância, embora isso não seja problema caso os dois estejam dentro do mesmo ambiente.

Para criar uma rede ad-hoc no Windows XP, acesse o "Painel de Controle > Conexões de rede". Dentro das propriedades da conexão de redes sem fio, acesse a aba "Redes sem fio" e clique no "adicionar". Na tela seguinte, defina o SSID da rede ad-hoc, marque a opção "Esta é uma rede de computador (ad hoc); não são usados pontos de acesso sem fio":



Assim como ao configurar um ponto de acesso, você pode ativar o uso de encriptação. O modo mais compatível é escolher a opção "Aberta(o)" na opção "Autenticação de rede" e usar a opção "WEP" na opção "Criptografia de dados", definindo uma chave de acesso (desmarque a opção "Chave fornecida automaticamente").
Embora tanto as chaves WEP de 64, quanto as de 128 bits sejam vulneráveis, é sempre recomendável usar chaves de 128 bits, que são um pouco mais difíceis de quebrar. A chave pode conter 13 caracteres ASCII (letras, números e caracteres especiais) ou 26 caracteres em hexa (números e as letras de A a F). Se preferir definir uma chave de 64 bits, use 5 (ASCII) ou 10 (hexa) caracteres. O WEP é fácil de quebrar, mas os risco é minimizado devido ao alcance reduzido da rede ad-hoc. Se a segurança não for uma prioridade, esta é a configuração recomendável.

Depois de criar a conexão ad-hoc no primeiro PC, ela passa a aparecer para o segundo na lista de redes disponíveis (o ícone ao lado do relógio), permitindo que ele se conecte ao primeiro, após fornecerem a chave de encriptação.

Continuando, a maior parte dos utilitários de configuração de rede wireless no Linux suportam também o uso de redes ad-hoc. Ao usar o Ubuntu, Kubuntu ou outra distribuição que utilize o network-manager, por exemplo, a rede ad-hoc aparece na lista de redes disponível e você pode se conectar diretamente depois de fornecer a passphrase. É possível também criar uma nova rede ad-hoc usando a opção "Criar nova rede sem fio" na janela de seleção de rede, indicando o SSID, o sistema de encriptação e a passphrase desejados:

É possível também configurar a rede em modo ad-hoc via linha de comando. Comece logando-se como root e rode o comando "cat /proc/net/wireless" para verificar como o sistema detectou sua placa wireless (dependendo do chipset usado, ela pode ser vista como eth1, wlan0, ath0 ou ra0)

Comece ativando a placa usando o comando "ifconfig $placa up", seguido do comando do iwconfig que coloca a placa em modo ad-hoc, como em:

# ifconfig eth1 up
# iwconfig eth1 mode Ad-Hoc


O próximo passo é definir o SSID da rede, dessa vez usando o parâmetro "essid" do iwconfig, como em:

# iwconfig eth1 essid gdh

Falta agora definir a chave de encriptação. Ao usar uma chave WEP contendo caracteres ASCII, use o parâmetro "key restricted s:", seguido pela chave, como em:


# iwconfig eth1 key restricted s:minhachave123

Se for usada uma chave contendo caracteres em hexa, remova o "s:", especificando a chave diretamente, como em:

# iwconfig eth1 key restricted 1234567890

Com isso a rede ad-hoc está configurada. Falta apenas ajustar os endereços. Para definir o endereço e a máscara manualmente, use:

# ifconfig eth1 10.0.0.1 netmask 255.0.0.0 up

Estes mesmos comandos podem ser usados para criar uma nova rede ad-hoc, quanto para conectar a máquinas Linux a uma rede já existente (caso o outro micro rode Windows e você tenha criado a rede nele, por exemplo). Como a rede ad-hoc usa um sistema ponto a ponto, você precisa apenas fazer a mesma configuração em todos os micros. Eles são comandos genéricos, funcionam em todas as placas, sem depender de nenhum utilitário adicional.

Continuando, caso o micro Linux tenha duas interfaces de rede, você pode compartilhar a conexão com o outro micro, conectado à rede ad-hoc usando os três comandos abaixo. Note que o "eth0" é a interface da rede cabeada (ou a interface onde está a conexão) e não a placa wireless:

# modprobe iptable_nat
# echo 1 > /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
# iptables -t nat -A POSTROUTING -o eth0 -j MASQUERADE


O terceiro comando diz que quando um dos PCs da rede ad-hoc tentar acessar a web, os pacotes devem ser encaminhados para a placa eth0, que no exemplo é a interface da rede local. Como no exemplo não instalamos um servidor DHCP, é necessário configurar manualmente os endereços dos PCs da rede ad-hoc, configurando-os para usar o micro Linux como gateway e os endereços DNS do provedor.

No caso do Windows, você pode compartilhar a conexão clicando sobre a placa cabeada (onde está a conexão) dentro do Painel de controle > Conexões de rede e marcando a opção Avançado > Permitir que outros usuários da rede se conectem pela conexão deste computador à Internet.

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Guia do Windows 7 – Dicas Truques

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Este e-book está dividido por categorias, cada tópico tem ícones que indicam a dificuldade e o tempo médio de execução.

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Estilo: Tutoriais / Dicas
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